Quem e a besta de Apocalipse 13?
Muito se tem discutido sobre quem é, ou, quem será a besta descrita em Apocalipse 13, mas ninguém, até o momento, eu acho, descreveu com muita convicção quem seja essa fera, sua imagem e seu sinal.
Porém, revelo aqui a minha opinião. O texto, abaixo, é parte do post "OS SINAIS DO TÃO ESPERADO ARREBATAMENTO", publicado recentemente no meu blog alertafinal7.blogtok.com .
Estou transcrevendo só essa parte porque muitas pessoas têm preguiça de ler o texto completo, visto que é muito extenso.
A BESTA E O SINAL OU MARCA DA FERA – CAPÍTULO 13 DO APOCALIPSE
“1 Então vi subir do mar uma besta que tinha dez chifres e sete cabeças, e sobre os seus chifres dez diademas, e sobre as suas cabeças nomes de blasfêmia.
2 E a besta que vi era semelhante ao leopardo, e os seus pés como os de urso, e a sua boca como a de leão; e o dragão deu-lhe o seu poder e o seu trono e grande autoridade.
3 Também vi uma de suas cabeças como se fora ferida de morte, mas a sua ferida mortal foi curada. Toda a terra se maravilhou, seguindo a besta,
4 e adoraram o dragão, porque deu à besta a sua autoridade; e adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? quem poderá batalhar contra ela?
5 Foi-lhe dada uma boca que proferia arrogâncias e blasfêmias; e deu-se-lhe autoridade para atuar por quarenta e dois meses.
6 E abriu a boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu nome e do seu tabernáculo e dos que habitam no céu.
7 Também lhe foi permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe autoridade sobre toda tribo, e povo, e língua e nação.
8 E adorá-la-ão todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo.
9 Se alguém tem ouvidos, ouça.
10 Se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá; se alguém matar à espada, necessário é que à espada seja morto. Aqui está a perseverança e a fé dos santos.
11 E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava como dragão.
12 Também exercia toda a autoridade da primeira besta na sua presença; e fazia que a terra e os que nela habitavam adorassem a primeira besta, cuja ferida mortal fora curada.
13 E operava grandes sinais, de maneira que fazia até descer fogo do céu à terra, à vista dos homens;
14 e, por meio dos sinais que lhe foi permitido fazer na presença da besta, enganava os que habitavam sobre a terra e lhes dizia que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia.
15 Foi-lhe concedido também dar fôlego à imagem da besta, para que a imagem da besta falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta.
16 E fez que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, lhes fosse posto um sinal na mão direita, ou na fronte,
17 para que ninguém pudesse comprar ou vender, senão aquele que tivesse o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome.
18 Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis”.
A INTERPRETAÇÃO MAIS ACERTADA SOBRE A BESTA DO APOCALIPSE
Considero a seguinte interpretação, a mais acertada sobre quem na verdade é a besta do Apocalipse 13. Existem variadas interpretações no meio evangélico-cristão, mas nenhuma delas trás reais convicções para o leitor, pois, são apenas especulações, e algumas são tão absurdas, que não são dignas de serem comentadas aqui. Como já falei, não sou dono da verdade, mas as minhas explanações são feitas da forma mais justa, sensata e coerente.
Quem é a BESTA e o FALSO PROFETA de Apocalipse 13?
“Besta” significa governos humanos; cabeças e chifres representam divisões de governos e poderes que eles exercem. O tempo de 42 meses que é dado à besta para atuar refere-se ao período de 6 semanas, isto é, 6 períodos de 7 tempos. A interpretação desse número (42 meses) é muito relativa.
A profecia, com relação ao governo humano, tem a duração de 6 períodos de 7 tempos (6x7=42) e pode ter mais de um cumprimento, isto e, o macro-tempo e o micro-tempo; ou, um a curto prazo e outro a longo prazo, ou vice-versa. O governo da besta tem dois cumprimentos. O primeiro começou a se cumprir desde quando surgiu o primeiro império na Terra. O segundo cumprimento se dará com mais vigor e força após o arrebatamento da Igreja, com a implantação do governo anti-religioso e anticristão. Essa última fase do governo humano terá a duração de 42 meses (3 anos e meio), isto é, 6 períodos de 7 tempos ou 6 semanas de tempos. No macro-tempo das dispensações, podemos dizer que os governos humanos têm duração de 42 tempos ou 420 tempos ou 6 semanas de tempos ou, falando literalmente, 6 milênios. Essas alegorias do Apocalipse são um quebra-cabeça tremendo e os estudantes da Bíblia devem dominar bem a matemática para que consigam entendê-las da forma mais acertada possível.
O número 42 está relacionado ao número 6, que por sua vez é o número do homem ou da Terra. O número da besta, 666, não é “número de um homem”, conforme reza o texto. O versículo 18 de Apocalipse 13 já foi traduzido de várias formas. Na verdade, a tradução mais correta é: “Aquele que tem entendimento calcule o número da besta; porque é o número do homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis”. Talvez João tenha colocado a expressão “numero de um homem” somente para despistar o real significado do 666, visto que ele se preocupou em ditar os fatos através de alegorias, porque foi ordem expressa de Deus.
A primeira Besta – a que sobe das águas – representa todos os governos imperiais que existiram após o Dilúvio bíblico e que se estendeu até o descobrimento da América do Norte.
Quando o texto diz que a primeira Besta subiu do mar, ou das águas, significa que os primeiros impérios da Terra (Ninrode, Egito, Medo-Persa, Grego, Romano) tiveram início com os descendentes dos três filhos de Noé (Sem, Cam e Jafé), que “saíram das águas do Dilúvio”. Noé saiu das águas do dilúvio com seus filhos e seus descendentes povoaram toda a região da Ásia, da Europa e da África. Esses continentes são chamados de “velho mundo”. O primeiro império, na verdade, foi o de Ninrode, filho de Canaã, que fora filho de Cam e este, filho de Noé. Após a confusão das línguas, na Torre de Babel, os grupos se espalharam sobre a face da Terra. Depois, surgiram os quatro maiores impérios mundiais: Egípcio, Medo-Persa, Grego e Romano. Esses impérios constituem a Besta que surgiu das águas.
A primeira Besta tinha uma de suas cabeças ferida de morte. Essa cabeça ferida de morte representa o antigo Império Romano que não foi totalmente destruído; apenas se fragmentou em federações na Europa.
Após o descobrimento da América, por Cristóvão Colombo, em 1492, os hispânicos e anglo-saxônicos povoaram o Novo Mundo, ou seja, as três Américas. Porém, sabemos, através do “Livro de Mórmon”, que famílias de imigrantes judeus migraram para a América tempos antes de Cristo (400 anos a.C), atravessando o Oceano Atlântico em grande caravana.
Portanto, a segunda Besta – a que surge da terra – representa o governo da América do Norte. A “terra”, que o texto se refere, significa a “Nova Terra” ou “Novo Mundo”, isto é, a América do Norte.
Lembre-se que a segunda Besta é chamada, também, de Falso Profeta, mas, isso só ocorre em Apocalipse 16:13; 19:20 e 20:10.
“E a besta foi presa, e com ela o falso profeta que fizera diante dela os sinais com que enganou os que receberam o sinal da besta e os que adoraram a sua imagem. Estes dois foram lançados vivos no lago de fogo que arde com enxofre” (Apoc. 19:20).
Quando a segunda Besta sobe da terra, a primeira Besta ainda está viva e ativa. Por quê? Porque a primeira Besta se divide em várias federações (ou seja, chifres). O último império visível foi o Romano – que durou até o ano 476 d.C., e se fragmentou em dez federações, que são alguns países Europeus. No macro-tempo, as sete cabeças representam os sete impérios na Terra e os dez chifres representam dez países mais influentes que predominavam na Terra antes da queda do quinto império. No micro-tempo, as sete cabeças representam os países que detêm o poder da bomba atômica; e os dez chifres representam dez países que exercem grande influência na Terra.
Agora, porque a segunda Besta é chamada de Falso Profeta, tem dois chifres, se parece com um cordeiro e ainda faz descer fogo do Céu à vista dos homens? Ora, é muito fácil identificar a segunda Besta como sendo o governo dos Estados Unidos da América. Não estou dizendo, aqui, de forma alguma, que o presidente George W. Bush seja a besta do Apocalipse. “Besta” significa governo humano, e não representa uma pessoa física, como muitos tolos ensinam.
Explicando melhor, os dois chifres da segunda Besta representam o seu próprio poder exercido sobre a Terra, dividido em duas federações: o próprio EUA e a Inglaterra, sua pátria-mãe. Os EUA é um país imperialista e este exerce domínio sobre todos os demais países da Terra. Quem é que pode ser contra os EUA? Podem até tentar quebrar os EUA com a questão do aumento absurdo do preço do barril de petróleo, mas não vão conseguir. A produção de petróleo, pelos maiores países árabes exportadores, está sendo normal, porém, os especuladores das bolsas de valores querem, porque querem, levar os EUA a uma recessão total.
A segunda Besta é chamada de Falso Profeta e, também, de cordeiro, por causa da propagação de sua política de governo, centralizada na implantação do sistema de economia capitalista e no regime de governo DEMOCRÁTICO. A segunda Besta é identificada como Falso Profeta, porque ela promete estabelecer na Terra a paz, a ordem, a segurança e a democracia pata todos. Mas, como já está predito na Palavra de Deus, isso tudo é utopia, pois os governos humanos não são capazes de trazer paz, segurança e bem-estar social e econômico para todos. A DEMOCRACIA que os EUA tentam implantar em todos os países do mundo parece ser a solução para os habitantes da Terra, mas nunca será a solução. Os EUA se parecem com um “cordeiro” porque esta nação se diz ser, na maioria, formada por Cristãos, e, também, porque luta em defesa do Estado de Israel, a nação escolhida de Deus.
Mas, agora vem o desfecho final. Por que o texto diz que a segunda Besta realiza prodígios e faz até descer fogo do céu, na presença dos homens? Ora, é muito fácil identificar esse pormenor.
“Descer fogo do céu” refere-se às naves espaciais, ou seja, refere-se aos ônibus espaciais que, ao penetrar na atmosfera da Terra, pegam fogo literalmente, mas não se desintegram, por causa da capa protetora que essas aeronaves possuem.
Alguns eruditos afirmam que a IMAGEM DA BESTA refere-se à ONU – Organização das Nações Unidas.
Porém, no meu entendimento (e de outros também), a IMAGEM DA BESTA É O COMPUTADOR. Pode ser também a TELEVISÃO, pois o texto diz que foi dado poder para que a imagem da besta tivesse fôlego e falasse. Portanto, qual é a imagem que fala e parece ter vida própria? Ora, é a TV e o computador. E o computador é muito mais vivo, pois ele é uma máquina multimídia. Atualmente, todas as operações financeiras de bancos e empresas estão sendo feitas através do computador.
Ora, qual foi o país que inventou o computador? Não foi os EUA? Onde estão localizadas as empresas mais poderosas de telecomunicações e as que controlam a Internet? Onde estão localizadas as empresas provedoras de serviços da Internet e as criadoras de software e hardware? Não estão nos EUA?
Na época que São João escreveu o Apocalipse, não se tinha nenhuma noção sobre a realidade da máquina chamada computador, ou seja, ele não sabia de que se tratava realmente a imagem que falava. Por isso, ele “descreveu” o computador ou a TV como uma imagem falante. Sabemos que o valor numérico da palavra “COMPUTER” dá 111; mas tem outros que dizem que dá 666.
Por que se diz que os habitantes da Terra adorarão a imagem da Besta? Simplesmente porque neste exato momento existem milhões de pessoas encurvadas diante da tela do PC, como se estivessem se inclinando para adorá-lo. Da mesma forma acontece com a televisão. A cada dia que passa está aumentando drasticamente o número de usuários de computador na maioria dos países desenvolvidos e em desenvolvimento. O computador em si, sem estar ligado à rede de computadores, isto é, sem estar ligado à Internet, não se constitui a imagem da besta. O computador, ligado à INTERNET, está ligado na TEIA DE SATÃ. Porém, assim como Cristo, ao morrer, desceu até a mansão dos mortos, e lá pregou uma mensagem de esperança e salvação aos pecadores penitentes, da mesma forma estou presente nessa “teia de Satã”, para levar uma mensagem de salvação aos que nela se encontram presos.
Muitos leitores do capítulo 13 do Apocalipse interpretam literalmente as coisas que lá são narradas, mas estão totalmente enganados. Pensam que será criada realmente uma imagem da besta (a estátua de um homem), e que os habitantes da Terra serão obrigados a adorá-la. Isso é apenas alegoria, é apenas uma verdade contada em forma de simbolismo. A adoração à imagem da besta já está ocorrendo de forma imperceptível em nossos dias.
O sinal ou marca da besta e o número 666 não são coisas visíveis. O número 666 é apenas simbolismo, ou dizendo melhor, é um enigma que precisa ser decifrado. E que, pelo menos aqui, já foi revelado não tudo, mas parte da verdade.
A marca ou sinal da besta não será visível na testa ou na mão direita de ninguém. Na verdade, a marca da besta será um CHIP ELETRÔNICO, que será implantado nas pessoas, em substituição ao cartão de crédito dos bancos e em substituição à identidade de cada cidadão. Por causa do aumento do terrorismo no mundo, o uso do chip será adotado em pouco tempo nos países europeus e nos Estados Unidos da América. O sinal ou marca da besta não será adotado pelos países árabes. O chip será implantado obrigatoriamente em todos os turistas que forem entrar nos países europeus e nos Estados Unidos, a fim de que essas pessoas sejam monitoradas pelo governo, por causa do terrorismo. Mas tarde o chip será adotado opcionalmente na China, no Japão, na Rússia, no Brasil para fins de segurança do cidadão. Usando o chip eletrônico a pessoa poderá ser localizada em qualquer lugar do país e ser monitorada 24 horas por dia. Com a chegada do período da grande tribulação, após o arrebatamento da Igreja, a maioria dos países da Terra terão que adotar o uso do chip para segurança das pessoas, e para que possam comprar, vender, viajar como turistas e viajar a negócios para vários países.
Os cartões de crédito brevemente serão todos inutilizados e cancelados, definitivamente, pelos bancos por causa da clonagem dos cartões, feitas por hackers na Internet. Os bancos e financeiras já inventaram um monte de sistemas de segurança e programas anti-hackers para bloquear a clonagem dos cartões de crédito, mas não existe segurança para uso de nenhum tipo de cartão de crédito. A única solução será usar o chip eletrônico implantado na mão ou no braço das pessoas. Porém, até esse recurso será vencido pelos hackers fraudadores, pois a informação da tecnologia eletrônica é contrabandeada, e pessoas inescrupulosas criarão máquinas que farão a leitura dos chips implantado nas pessoas num piscar de olhos. A única solução para esse problema será a criação, por parte dos governos, de uma tecnologia eletrônica altamente secreta, para que os fraudadores nunca tenham acesso ao código-fonte.
O chip eletrônico ainda não foi implantado nas pessoas nos países aonde predomina o cristianismo, porque a Bíblia adverte quanto ao seu uso. Ou seja, não foi ainda implantado por receio de que ele seja a marca da besta de que fala o livro do Apocalipse.
Num futuro próximo surgirão, também, empresas clandestinas prestando serviço de detecção e retirada de implantes de chips. Só que as pessoas terão que desembolsar muito dinheiro para que as empresas especializadas retirem os chips de seus corpos. Os chips que os governos já estão preparando são muito potentes e controlarão até as funções vitais do corpo humano. Pessoas descontroladas, agressivas, histéricas, fugitivas, infectadas, etc, poderão sofrer ataques convulsivos, cardíacos, desmaios, tonturas, etc, sem saber o por quê. Até mesmo pessoas indesejáveis serão eliminadas (mortas) sem explicação alguma. Simplesmente as funções dos chips serão controladas por computador remoto, e o operador executará a ordem para eliminar o elemento indesejável. Muitas pessoas se recusarão a receber o chip, mas os governos darão jeito de implantar nessas pessoas sem que elas percebam. Num simples fato de ir ao dentista ou tomar uma inofensiva vacina, o chip será implantado no paciente sem que ele perceba.
Se o Apocalipse não falasse nada a respeito da marca da besta, até os brasileiros já teriam adotado o uso obrigatório do chip. Mas, esse tempo não tarda chegar. O que a Bíblia adverte, já está caindo em descrédito pelos políticos, pelos ateus e até por muitos que se dizem cristãos. Brevemente o cristianismo será sufocado e a Bíblia relegada como um simples livro de fábulas.
Agora, abrindo um parêntese…
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Vou tecer algumas considerações sobre o período do governo humano na Terra, dado pela multiplicação de tempos envolvendo os números 6 e 7 e seus múltiplos.
O período do governo humano é dado pela multiplicação de 6 períodos de 7 tempos, isto é, 6x7=42, ou 6 semanas de tempos.
O número 6 é o número da Terra ou do homem. O número 666 representa a aproximação máxima do governo humano (quem nunca pode atingir 7 – a perfeição ou totalidade plena), ou seja, representa o limite dos governos humanos, ou tempo da Terra.
Os 7 numerais romanos, representados pelas 7 letras latinas I, V, X, L, C, D e M também dão uma idéia dos tempos humanos e o tempo em que Deus assume o controle de tudo. A soma dos valores das 6 primeiras letras dá 666, que simboliza o tempo do homem. A sétima letra, M, que tem o valor de 1000 unidades, representa o sétimo governo na Terra, que é o governo de Cristo, durante 1000 anos.
Nas minhas pesquisas, consegui identificar três tempos que são determinados sobre a Terra e o Sistema Solar: um mega-tempo, um macro-tempo e um micro-tempo.
O MEGA-TEMPO
O mega-tempo refere-se ao Ciclo Zodiacal, ou giro do Sistema Solar, que tem uma duração de 25.920 anos. O Ciclo Zodiacal é estudado pelos astrônomos. Mas, os 12 signos zodiacais também são estudados pelos exotéricos (com x), mas os seus cálculos não tem nada a ver com os tempos determinados sobre a Terra; tem a ver com a influência que os astros exercem sobre a vida terrestre.
Segundo decifração dos antigos códigos deixados pelos povos Maias e Egípcios, esse Ciclo Zodiacal nunca chega a se completar plenamente. Esse ciclo é interrompido quando chega em 25.776, isto é, 25.920 – 144 = 25.776. Observe que o número 144 tem muita importância na Bíblia, pois ele é o resultado da multiplicação 12x12.
Por favor, entenda-me! Os 7 selos do Apocalipse, as 7 semanas de tempos do Livro de Enoque e os 7 dias ao redor da cidade de Jericó significam os tempos determinados sobre a Terra. Os 6 primeiros tempos (6x7=42), referem-se ao tempo próximo do tempo limite dos governos humanos. O sétimo tempo (sétimo selo, sétima volta ao redor da cidade, sétima semana de Enoque) deve ser entendido como sendo um pequeno espaço de tempo, antes que seja iniciado um novo ciclo.
Agora, observe: Se antes de se completar o Ciclo Zodiacal há uma interrupção, da mesma forma há uma interrupção nos 7 tempos determinados sobre a Terra.
Vejamos o seguinte. Para se obter o número 25.920, multiplica-se (420x6+72)x10=25.920. O número 72 é muito importante na Bíblia. Na verdade, assim como o número 40 é arredondamento do 42, da mesma forma, o número 70 é arredondamento do 72. Por exemplo, o número 490 é muito importante na Bíblia. Veja: (6x7)x10+70=490 ou 42x10+70=490.
O MACRO-TEMPO
Cortando-se o zero do número 25.920, temos 2.592. Fazendo-se 420x6+70, temos 2.592. Agora, subtraindo-se pelo número que não deixa o ciclo se completar, obtemos: 2592-144=2.448. Sabemos, também, que as 70 semanas de tempos determinadas sobre o povo de Deus, os judeus, começa aproximadamente no ano 430 a.C. Sendo assim, temos: 2448-430=2.018 anos. Por favor, leia Daniel 9:24-25. Devemos considerar, também, que o Calendário Gregoriano é atrasado e foi muito alterado.
“Setenta semanas estão decretadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para fazer cessar a transgressão, para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o santíssimo. Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém até o ungido, o príncipe, haverá sete semanas (49 anos), e sessenta e duas semanas (434 anos); com praças e tranqueiras se reedificará, mas em tempos angustiosos”.
Isso é um quebra-cabeça tremendo. Mas, veja que cada dia da semana equivale a 1 ano: 7 semanas é 7x7=49 anos; 62 semanas é 62x7=434 anos.
Somando-se as semanas, dá 69; mas, e a 70ª semana? Bem…, vejamos o restante da profecia:
“E depois de sessenta e duas semanas será cortado o ungido (Jesus), e nada lhe subsistirá; e o povo do príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário (exército romano, com general Tito, no ano 70 d.C.), e o seu fim será com uma inundação; e até o fim haverá guerra (aqui o tempo é indeterminado); estão determinadas assolações. E ele (o Príncipe do exército romano) fará um pacto firme com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação (em 3 anos e meio, será destruído o poder do povo santo); e sobre a asa das abominações virá o assolador; e até a destruição determinada, a qual será derramada sobre o assolador” (Daniel 9:26-27).
Percebe-se – conforme defende muitos eruditos – que, após as 69 semanas, há um número indeterminado de tempo. Esse tempo indeterminado é o tempo dado aos gentios, para pisarem a terra santa e profanarem o santuário, conforme Jesus predisse em Lucas 21:24.
“E cairão ao fio da espada, e para todas as nações serão levados cativos; e Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos destes se completem”.
Essa profecia se cumpriu no ano 70 d.C. Portanto, a partir desse momento, a contagem de tempo é indeterminada. Porém, sabemos que o tempo dado aos gentios é um período de 6 semanas, ou seja, 6x7=42. Dando apenas uma idéia, (6x6)x(7x7)+70+7=1841. Esse foi o tempo calculado por Guilherme Muller, da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Como no Calendário Gregoriano existe um atraso de aproximadamente 7 anos, ele deve ter somado ou tirado a média de 7, ficando 1841+3=1844. Sabemos que os Adventistas fizeram cálculos sobre o final dos tempos até o ano de 1877.
Devemos considerar, também, o ano de 1948, data da criação do Estado de Israel, e o ano de 1967, data em que os judeus tomaram posse definitiva da cidade de Jerusalém, na Guerra dos 6 Dias.
Deus também estabeleceu um tempo determinado para o limite da iniqüidade dos amorreus e cananeus. Quando o tempo acabou, Deus ordenou o massacre dos habitantes da terra de Canaã, porque não se converteram do caminho da idolatria e de toda sorte de pecados. Deus ordenou a matança de todos os habitantes de Canaã, a começar a com a destruição da cidade de Jericó.
“Então disse o Senhor a Abrão: Sabe com certeza que a tua descendência será peregrina em terra alheia, e será reduzida à escravidão, e será afligida por quatrocentos anos. (…) Na quarta geração, porém, voltarão para cá (terra de Canaã); porque a medida da iniqüidade dos amorreus não está ainda cheia” (Gênesis 15:13,16).
No tempo de Abraão uma geração era de 100 anos. Depois esse número caiu para 70 anos.
“Então disse o Senhor: O meu Espírito não permanecerá para sempre no homem, porquanto ele é carne, mas os seus dias serão cento e vinte anos” (Gen. 6:3).
“Dizendo-lhes: Cento e vinte anos tenho eu hoje. Já não posso mais sair e entrar; e o Senhor me disse: Não passarás este Jordão” (Deut. 31:2).
“A duração da nossa vida é de setenta anos; e se alguns, pela sua robustez, chegam a oitenta anos, a medida deles é canseira e enfado; pois passa rapidamente, e nós voamos” (Salmo 90:10).
Os israelitas tiveram que passar 40 anos no deserto após a saída do cativeiro no Egito, para que se completasse o tempo dado aos amorreus. Portanto, 400 + 40 = 440 anos. Ou seja, são aproximadamente 6 períodos de 70 anos ou 6 gerações.
Em relação à duração do tempo que os gentios pisariam Jerusalém, conforme Lucas 21:24, muitos eruditos calculam esse tempo contando-se a partir do ano da invasão de Jerusalém e destruição do templo pelo exército romano, comandado pelo General Tito, no ano 70 E.C., e que vai até o ano de 1967, ano em que os judeus tomaram posse definitiva da cidade de Jerusalém, na Guerra dos Seis Dias. Então esse tempo seria de 1897 anos? Que importância tem esse número? Outros eruditos contestam e afirmam que os gentios pisarão a cidade de Jerusalém até o retorno de Cristo, momento em que Ele expulsará todos os “cananeus”, ou seja, todos os gentios ímpios de Jerusalém. Veja:
“Naquele dia não haverá mais cananeu na casa do Senhor dos exércitos” (Zac. 14:21b).
“Assim vós sabereis que eu sou o Senhor vosso Deus, que habito em Sião, o meu santo monte; Jerusalém será santa, e estranhos não mais passarão por ela” (Joel 3:17).
O MICRO-TEMPO
O micro-tempo refere-se ao sétimo selo, ou a sétima parte da 70ª semana de Daniel, ou ainda, o sétimo dia ao redor da cidade de Jericó. Esse tempo é dividido em 7 períodos, que são as sete voltas, no mesmo dia, ao redor da cidade. Em outras palavras, são as 7 trombetas do sétimo selo do Apocalipse.
“E desde o tempo em que o holocausto contínuo for tirado, e estabelecida a abominação desoladora, haverá mil duzentos e noventa dias (3 anos e meio). Bem-aventurado é o que espera e chega aos mil trezentos e trinta e cinco dias” (Daniel 12:11-12).
O “holocausto contínuo” refere-se ao período da dispensação da graça, que vigorará até o dia do arrebatamento. O holocausto contínuo é simbolizado pela morte de Cristo na cruz. O tempo de 1335 anos é o tempo limite do governo humano determinado no micro-tempo. Veja: 6x6=36; o triangular de 36 é 666; {(1+base) x altura}/(2). Usando a soma dos termos da PA, podemos calcular a soma do quadrado de 36, temos: (1+36)x36/2=666; ou, 37x36/2=666; ou, 1332/2=666. E tem mais: 36x36=1296.
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Fechando o parêntese, vejamos outros comentários.
UMA OUTRA INTERPRETAÇÃO SOBRE A BESTA DO CAPÍTULO 13 DE APOCALIPSE
A primeira besta surge do mar. “Besta” significa governo humano e “mar” significa o povo, as massas.
A profecia pode ter mais de um cumprimento. Um a curto prazo e outro a longo prazo, ou vice-versa. O governo da besta tem dois cumprimentos. O primeiro começou a se cumprir desde quando surgiu o primeiro império na Terra. O segundo cumprimento se dará com mais vigor e força após o arrebatamento da Igreja, com a implantação do governo anti-religioso e anticristão. Essa última fase do governo humano terá a duração de 42 meses (3 anos e meio), isto é, 6 períodos de 7 tempos ou 6 semanas de tempos. No macro-tempo das dispensações, podemos dizer que os governos humanos têm duração de 42 tempos ou 420 tempos ou 6 semanas de tempos ou, falando literalmente, 6 milênios. Essas alegorias do Apocalipse são um quebra-cabeça tremendo e os estudantes da Bíblia devem dominar bem a matemática para que consigam entendê-las da forma mais acertada possível.
O número 42 está relacionado ao número 6, que é o número do homem ou da Terra. O número da besta, 666, não é “número de um homem”, conforme reza o texto. O versículo 18 de Apocalipse 13 já foi traduzido de várias formas. Na verdade, a tradução mais correta é: “Aquele que tem entendimento calcule o número da besta; porque é o número do homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis”. Talvez João tenha colocado a expressão “numero de um homem” somente para despistar o real significado do 666, visto que ele se preocupou em ditar os fatos através de alegorias, porque foi ordem de Deus.
Com relação ao segundo cumprimento, a besta que subiu do mar representa a “DEMOCRACIA”, hoje representada pela maioria dos países europeus e países ocidentais. O regime de governo democrático na Terra é liderado e defendido principalmente pelos Estados Unidos da América e eles querem, a toda custo, estabelecer esse regime político em toda a Terra.
Na verdade, o sistema de governo democrático não é aprovado por Deus. O regime preferencial de Deus é o comunismo (ou teocentrismo). Porém, o comunismo de Deus é diferente do comunismo dos homens. O comunismo humano não aceita nenhuma forma de culto a qualquer divindade. Já no comunismo de Deus, a adoração deve ser voltada exclusivamente para Ele. Comunismo sem culto ao Deus único e verdadeiro nunca dará certo na Terra.
Para a Igreja de Cristo, o regime democrático só tem suas vantagens porque fica mais fácil levar a pregação do Evangelho a muitas nações da Terra. Quando a Rússia era comunista, era dificílimo entrar a pregação do Evangelho nesse país. O Iraque adotou o regime democrático no ano de 2003. Porém, assim como os missionários cristãos se dirigiram para lá, também foram os espíritas, os cultos africanos, os cassinos, as drogas, a prostituição, o homossexualismo, o satanismo, etc. Os iranianos e demais povos árabes não querem adotar jamais o regime democrático, porque esse regime traz tudo o que não presta.
O ser humano, na sua essência, é um ser obstinado; é mentiroso por natureza, é hipócrita e egoísta (Rom. 3:4). A democracia, no melhor sentido, só é boa para os seres aperfeiçoados. O homem ainda não é capaz de usufruí-la. Na democracia o homem tem direito à “liberdade”, mas ele não sabe usá-la racionalmente. Sem admoestação o homem se corrompe. Se não for colocado um cabresto no homem, ele mesmo irá se destruir. É por essa razão que, às vezes, um regime de governo autoritário se torna até melhor para o homem.
A besta que sobe da Terra refere-se à ascensão do COMUNISMO. Repare que a segunda besta também é chamada de “falso profeta”, mas isso só ocorre em Apocalipse 16:13; 19:20 e 20:10.
“E a besta foi presa, e com ela o falso profeta que fizera diante dela os sinais com que enganou os que receberam o sinal da besta e os que adoraram a sua imagem. Estes dois foram lançados vivos no lago de fogo que arde com enxofre” (Apoc. 19:20).
Quando a segunda besta sobe da terra, a primeira besta ainda está viva e ativa. A primeira besta, que tem uma de suas cabeças ferida de morte significa o regime democrático em crise e quase sufocado pela ameaça comunista. Então, existirá uma espécie de acordo, onde o sistema comunista elogiará e exaltará o sistema democrático. Haverá uma espécie de fusão. Será esse o sistema de governo do presidente venezuelano Hugo Chavez? Como está muito difícil para os países permanecerem adotando o regime democrático, devido ao grande aumento da pobreza nos países subdesenvolvidos e a grande desigualdade entre as classes sociais provocada pelo capitalismo selvagem, será necessário haver uma associação com o comunismo, ou seja, a criação do socialismo democrático. No Brasil essa ideologia política já existe, representada pela sigla PSDB. As autoridades mundiais terão que tomar atitudes emergenciais e providências urgentes com relação ao aquecimento global, com relação à propagação do terrorismo no mundo e em relação às catástrofes que sobrevirão aos habitantes da Terra durante o período da grande tribulação e, principalmente por causa do arrebatamento dos salvos e a propagação do cristianismo por parte daqueles que forem deixados para trás.
Repare que o Dragão (o Diabo ou Satanás), concede o seu poder e autoridade à besta. Repare, também, os animais que foram símbolos dos antigos impérios mundiais (Medo-Persa, Grego, Romano), e que também são símbolos das nações mais influentes na Terra: o leopardo (Roma), o urso (Rússia) e o leão (Inglaterra).
Muitos leitores do capítulo 13 do Apocalipse interpretam literalmente as coisas que lá são narradas, mas estão totalmente enganados. Pensam que será criada realmente uma imagem da besta, e que os habitantes da Terra serão obrigados a adorá-la. Isso é apenas alegoria, é apenas uma verdade contada em forma de simbolismo. A adoração à imagem da besta já está ocorrendo de forma imperceptível em nossos dias.
O sinal ou marca da besta e o número 666 não são coisas visíveis. O número 666 é apenas simbolismo, ou dizendo melhor, é um enigma que precisa ser decifrado. E que, pelo menos aqui, já foi revelado não tudo, mas parte da verdade. A marca ou sinal da besta não será visível na testa ou na mão direita de ninguém. Na verdade, a marca da besta será um CHIP ELETRÔNICO, que será implantado nas pessoas, em substituição ao cartão de crédito dos bancos e em substituição à identidade de cada cidadão. Por causa do aumento do terrorismo no mundo, o uso do chip será adotado em pouco tempo nos países europeus e nos Estados Unidos da América. O sinal ou marca da besta não será adotado pelos países árabes. O chip será implantado obrigatoriamente em todos os turistas que forem entrar nos países europeus e nos Estados Unidos, a fim de que essas pessoas sejam monitoradas pelo governo, por causa do terrorismo. Mas tarde o chip será adotado opcionalmente na China, no Japão, na Rússia, no Brasil para fins de segurança do cidadão. Usando o chip eletrônico a pessoa poderá ser localizada em qualquer lugar do país e ser monitorada 24 horas por dia. Com a chegada do período da grande tribulação, após o arrebatamento da Igreja, a maioria dos países da Terra terão que adotar o uso do chip para segurança das pessoas, e para que possam comprar, vender, viajar como turistas e viajar a negócios para vários países.
Os cartões de crédito brevemente serão todos inutilizados e cancelados, definitivamente, pelos bancos por causa da clonagem dos cartões, feitas por hackers na Internet. Os bancos e financeiras já inventaram um monte de sistemas de segurança e programas anti-hackers para bloquear a clonagem dos cartões de crédito, mas não existe segurança para uso de nenhum tipo de cartão de crédito. A única solução será usar o chip eletrônico implantado na mão ou no braço das pessoas. Porém, até esse recurso será vencido pelos hackers fraudadores, pois a informação da tecnologia eletrônica é contrabandeada, e pessoas inescrupulosas criarão máquinas que farão a leitura dos chips implantado nas pessoas num piscar de olhos. A única solução para esse problema será a criação, por parte dos governos, de uma tecnologia eletrônica altamente secreta, para que os fraudadores nunca tenham acesso ao código-fonte.
O chip eletrônico ainda não foi implantado nas pessoas nos países aonde predomina o cristianismo, porque a Bíblia adverte quanto ao seu uso. Ou seja, não foi ainda implantado por receio de que ele seja a marca da besta de que fala o livro do Apocalipse.
Num futuro próximo surgirão, também, empresas clandestinas prestando serviço de detecção e retirada de implantes de chips. Só que as pessoas terão que desembolsar muito dinheiro para que as empresas especializadas retirem os chips de seus corpos. Os chips que os governos já estão preparando são muito potentes e controlarão até as funções vitais do corpo humano. Pessoas descontroladas, agressivas, histéricas, fugitivas, infectadas, etc, poderão sofrer ataques convulsivos, cardíacos, desmaios, tonturas, etc, sem saber o por quê. Até mesmo pessoas indesejáveis serão eliminadas (mortas) sem explicação alguma. Simplesmente as funções dos chips serão controladas por computador remoto, e o operador executará a ordem para eliminar o elemento indesejável. Muitas pessoas se recusarão a receber o chip, mas os governos darão jeito de implantar nessas pessoas sem que elas percebam. Num simples fato de ir ao dentista ou tomar uma inofensiva vacina, o chip será implantado no paciente sem que ele perceba.
Se o Apocalipse não falasse nada a respeito da marca da besta, até os brasileiros já teriam adotado o uso obrigatório do chip. Mas, esse tempo não tarda chegar. O que a Bíblia adverte, já está caindo em descrédito pelos políticos, pelos ateus e até por muitos que se dizem cristãos. Brevemente o cristianismo será sufocado e a Bíblia relegada como um simples livro de fábulas.
UM ENIGMA INTRIGANTE
Leia e observe os detalhes do texto, a seguir:
“A besta que viste era e já não é; todavia está para subir do abismo, e vai-se para a perdição; e os que habitam sobre a terra e cujos nomes não estão escritos no livro da vida desde a fundação do mundo se admirarão, quando virem a besta que era e já não é, e que tornará a vir. Aqui está a mente que tem sabedoria. As sete cabeças são sete montes, sobre os quais a mulher está assentada; são também sete reis: cinco já caíram; um existe; e o outro ainda não é vindo; e quando vier, deve permanecer pouco tempo. A besta que era e já não é, é também o oitavo rei, e é dos sete, e vai-se para a perdição” (Apocalipse 17:8-11).
No texto, acima, João foi obrigado por Jesus a selar a profecia, e teve que apresentá-la em forma de alegoria. E inclusive ele inverteu algumas coisas e, também, teve que colocar duas sugestões ou pistas para que não ficasse fácil a sua interpretação.
A pista correta deve ser a segunda: “São também sete reis: cinco já caíram; um existe; e o outro ainda não é vindo; e quando vier, dever permanecer pouco tempo”. Os cinco reinos ou impérios que já caíram, na Terra, foram: Egípcio, Babilônico, Medo-Persa, Grego e Romano. O império que atualmente existe é um império invisível, controlado por Satanás. Lúcifer tem as rédeas deste mundo em suas mãos. O império que atualmente existe durará até o final dos sete anos da grande tribulação, momento em se travará a primeira parte da grande Batalha do Armagedom. O Império que ainda não é vindo é o sétimo império, o Império de Cristo e de sua Igreja na Terra, durante mil anos. O oitavo reino é a continuação do sexto império, e será comandado novamente por Satanás quando ele for solto após os mil anos de sua prisão no poço do abismo. Quando o texto diz que o oitavo reino vai para a perdição, significa que está posto o fim do reinado de Satã e do governo da besta para sempre.
No tempo de João, o império que existia era o Romano. Porém, quando João narra a passagem de Apoc. 17:8-11, ele não se referia aos impérios como se estivesse nos anos 90 d.C, mais ele se referia aos impérios como se estivesse nos últimos dias, no dia do Senhor (Apoc. 1:10).
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Miquels - Manaus, 10/05/2008
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